About Me

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Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil
As antigas civilizações viam na vestimenta as possibilidades de manifestarem as suas verdades e suas ligações com o corpo. Acreditavam que esses dois elementos não se separam nunca, pois tudo é interligado, marcando com isso a singularidade da beleza de cada um. É com esse propósito que crio minhas estampas, para que elas vistam o corpo e a alma. Entrem em contato: marlyarte@yahoo.com.br

Tuesday, January 16, 2007

OIOIOIOIOIOIOIOIOIOIOIOIOIOIOIOIOIOIOIOI OI
OI OI
OIU
OI
OI OI

Sunday, January 07, 2007

Ando correndo pelas bordas.
Tropeço sempre nas conveniências.
Não sei porque, mas elas sempre estão ali
me olhando, classificando pelos parentescos.
Minhas pernas seguem o mesmo movimento das idéias.
Por falar nisso, alguém aí viu por onde andam as minhas idéias?
O mundo se tornou objetocadeia.
Palavra composta criada por quem me vigia.
A palavra serve para.... diria para... pensaria para...
Continuo correndo. meu pensamento não pára.
Nessa rua, nessa rua tem um bosque? Tem?
Eu vejo muito outdoor, palavras que não são minhas...
Desejos que não são meus...
Porque será que todos os outdoors são retângulares?
Ah, será que faz parte dessa visão pegajosa
e caduca, que pregou na pele chamada lógica linear?
Eu ando. Paro e saio correndo.
Dói meus olhos, seria eu uma pretensa et?
Pensar demais dói. Mas correr dói menos.
Quero a assimetria.
Quero o Nada.
Quero o triângulo, losango,círculo,todos os tetraedos...
Cuidado para não querer demais.
Se fosse para querer, não haveria tantos requisitos.
Ah! Só quero o não tudo, o não tempo, o não espaço, o não pensar.

Saturday, January 06, 2007

Faz frio faz calor faz dia faz noite faz ontem faz agora faz sombra faz luz faz morrer faz nascer
faz palavra faz imagem faz guardar faz não guardar faz sol faz lua faz sózinho faz junto FAZ!
silêncio! eu estou aqui a lembrar...

Friday, January 05, 2007

Vou mudar o verso de lugar...
Não há nada a dizer.
Absolutamente nada.
Diante de uma imagem tudo pode ser
e nada pode ser.
Afinal, podem me dizer o que não deve ser?
Tragam-me uma fita métrica para medir o espaço.
Tragam-me,please, um dicionário em english,
para soletrar essa coisa que quer sair e não sai.
Travou! Será algum problema de vocação?
E se me der vontade de ir lá fora e chorar?
E se de repente aquela coisa vê e me chama:
_ Ei, você aí que fêz isso?
Eu direi: _ Não sei do que o senhor está falando?
É comigo??? Foi um deslize de profissão senhor,
trata-se de apenas uma miragem...
Fui.



Thursday, January 04, 2007

Não reparem não, mas eu deliro no verbo como diz Manoel de Barros, o poeta delira o verbo feito criança. Criança escuta cor de passarinho, diz ele.
Eu também já escutei cor de passarinho.
Hum... É bom... Vocês não sabem o que tão perdendo...
Belos são teus olhos que me sabem amar.
Ah!!!!!!!!

Salto Quântico

A melhor viagem é aquela que aprende a totalidade do salto quântico em busca daquilo que temos não pensado, não falado,não sentido, não percebido. Mas existe por trás daquela janela, algo que nos ameaça, tememos perceber que somos presas de uma mente viciada. Nos tornamos caixinhas cheias de conceitos que nos dão as chamada "seguranças." Com esses conceitos temos nos afastado do que realmente importa. Vivemos num mundo onde a poesia não cabe, ao afeto é negado o acesso. "As nossas seguranças" de cada dia. Aí a gente toma antideprê e fica "bem", se assegura. Aí a gente não sai para ver se tem gente lá fora, para abraçar, deitar e rolar, porque temos medo. Aí a gente não ama, porque temos medo de nos expor, afinal "o manual de segurança "nos diz que é preciso estar tranquilo, naquela casa linda, debaixo do cobertor vendo O fantástico e indo dormir tranquila, porque conseguimos depois de muita fadiga a vitória por ter vencido mais um dia.
Não tô aqui para fazer auto-ajuda, porque não é a minha praia.
Mas tô aqui para dizer para mim, afinal isso é um blog, né? Se tiver no meio do caminho gente entre as pedras virtuais (congeladíssimas),digo humildemente: A gente precisa de sonhar, de arriscar o salto quântico, ver que tudo nada mais, nada menos são possibilidades. INFINITAS E BELAS POSSIBILIDADES DE ESTAR AQUI. Por onde andarão seus recursos? Diz um mestre que eles estão em nossos bolsos...

Tuesday, January 02, 2007

BACANA TRANFORMAR O DIA, JÁ NÃO É TÃO "BEGE".
Bacana pintar o mundo, a cara, a boca.
Bacana é ver que a cor muda, se insinua ao movimento da luz.
Como fazer a tinta, pegar o pincel, a pedra, o papel sem desenhar pintando a luz?
Por onde anda tua luz Monet?
Talvez caminhando pelas transparências...
Por onde andará tuas cores, matizes, como poderá senti-las se seu coração não bate como os teus traços e pinceladas?
Bacana é estar nesse atelier imaginário, me roçando a pele, me chamando para o exercício.
Bacana demais é ver beleza aonde existir mesmo que eu tenha que correr mundo,
mesmo que o mundo corra, estarei na porta desse atelier colorido pelos cmyk, pelos rgb, pelos misturadores de canais que querem te oferecer uma nova busca, um outro momento.

com o coração

com o coração
É assim que faço

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