About Me

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Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil
As antigas civilizações viam na vestimenta as possibilidades de manifestarem as suas verdades e suas ligações com o corpo. Acreditavam que esses dois elementos não se separam nunca, pois tudo é interligado, marcando com isso a singularidade da beleza de cada um. É com esse propósito que crio minhas estampas, para que elas vistam o corpo e a alma. Entrem em contato: marlyarte@yahoo.com.br

Thursday, November 30, 2006

Tempo... tempo...tempo...


O que é o tempo? Antes esta foto não estava aqui,Passado?
O que é o tempo? Essa foto não existia e nem esperava aqui estar,Futuro?
O que é o tempo? Agora essa foto existe.Só agora.
Então não seria correto dizer que só o momento presente existe?

Tuesday, November 28, 2006

Sei lá o que é isso. Ou aquilo.
Sei não...
Sei lá aonde foram parar todos os signos,
planetas, astronômos e astronautas.
Poemas beta, sei lá se são alfa.
Cadê a tinta que estava aqui?
Para onde levaram o mapa?
Sei lá se instituição combina com meu sofá.
Ou se Picasso tá só esperando a próxima Bienal.
Mas sei lá se vai ter manual,bula explicando a
estética contemporânea?
Sei lá se meu design concorda com o seu,
se é roupa ou se computa no meu PC.
Sei lá se preciso de segurar essa onda
de trabalhadora peoa...

Artecultdesign

Artecultdesign
O que é O TRABALHO?
O que é SER CIDADÃO?
O que SÃO DIREITOS E DEVERES?
O que é O EXERCÍCIO DA CIDADANIA?
O que é DIGNIDADE?
O que É O RESPEITO?
O que é O OLHAR?
O que é ATENÇÃO?
Como se CUIDA?
Quem ACOLHE?

Sunday, November 26, 2006

Artecultdesign

O que é para nós a imagem, senão a busca incontida do sentido da nossa existência.
A necessidade de ver na forma a figura de si próprio para que assim possamos fazer um acordo com a “realidade” e a partir desse acordo possamos estabelecer uma relação com o mundo de fora. O mundo dentro está carregado de mensagens arquetípicas e assim que nos damos conta delas, as olhamos, mesmo que de soslaio elas estão lá pulsando dentro, buscando a porta de saída, que só se torna visível à medida que despimos o corpo, esvaziamos o conteúdo das idéias, nos convidamos para a grande dança em que cada passo é um passo. Nesse momento não mais resistimos, ativamos a memória de um tempo sem tempo, de um espaço sem espaço. Abrimos mão dos paradigmas de uma realidade herdada e ilusória. A imagem agora já não precisa de volume, mesmo porque ao nos redimensionarmos a mente faz outra compreensão. A forma pede a sua não forma, surge então a necessidade pulsante e é inexorável que inventemos o que certamente já sabíamos, mas para isso temos que deixar que a dança nos leve a uma outra compreensão.

com o coração

com o coração
É assim que faço

Ilustrando